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sábado, 4 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Seguimos com garra e coragem, serenidade e alegria!

Amig@s, companheir@s, colegas de trabalho, alun@s...
Faltando dois dias para as eleições, quero agradecer a vocês pela proximidade, pela parceria. E quero também pedir que sigam na luta, conversando com os parentes, amigos, vizinhos, buscando os votos dos indecisos, que ainda são muitos.
A hora é essa! O povo carioca não pode continuar submetido aos interesses dos grandes grupos econômicos, do tráfico ou das milícias. A cidade é nossa! Vamos desarmá-la e transformá-la na capital da gentileza, da ecologia, da justiça social, da economia solidária e sustentável.
Não podemos mais suportar que o nosso dia a dia seja ditado por interesses privados. Temos um exemplo claro nas empresas de transporte: queremos ter o direito de transitar da Zona oeste à Zona Sul pagando apenas uma passagem de R$ 2,10.
Se o bilhete único é uma realidade em cidades como São Paulo e Belo Horizonte, por que, no Rio, somos submetidos à humilhação de pagar 3 vezes mais? Por que temos de entrar pela frente, dar o dinheiro a um motorista que é também cobrador e seguir de costas, sem chances de proteção?
Não há porque continuarmos obedecendo a um modo de funcionamento urbano que é desumano, insensível às necessidades das crianças, dos idosos, das mulheres...
Precisamos de uma prefeitura que cuide das pessoas, da cidade, da natureza. E sabemos que isto só é possível com a participação da sociedade, organizada nos bairros, nas ruas. E no orçamento participativo, que possibilita à população decidir sobre onde aplicar os recursos públicos.
Precisamos com um governo municipal que alimente as redes sociais, que potencialize as iniciativas da juventude, que faça de cada escola um centro de produção e irradiação da cultura.
Somos um povo alegre, acolhedor, solidário! Nossa cidade necessita de paz, educação, cultura e trabalho.
Esse é o nosso compromisso, essa é a nossa luta!
Seguimos junt@s, com garra e coragem, serenidade e alegria!
Um grande abraço,
Léa Tiriba
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Dados, informações e propostas gerais sobre Saúde Materno-Infantil.

Por Tomaz Pinheiro da Costa * e Camila Pereira Reche**
Você sabia que desde 1993 temos em nossa cidade o “Sistema de Nascidos Vivos” e o “Comitê Estadual de Morte Materna”? Mas, ao contrário do que poderia ser, não temos boas notícias...
O Rio de Janeiro continua com as maiores taxas de óbitos maternos, com uma péssima qualidade da Assistência Pré-Natal – onde grande parte das gestantes tem apenas 3 consultas, quando o mínimo aceitável são 6 consultas -, com um número expressivo de grávidas adolescentes que necessitam da assistência Pré-Natal, além de vergonhosos resultados nos indicadores “baixo peso ao nascer” e “prematuridade”. Para agravar ainda mais a situação, os dados que a Prefeitura disponibiliza, em alguns casos, estão desatualizados em até 10 anos! Só podemos nomear este quadro como negligência, descaso e omissão política!
O PT possui propostas viáveis e objetivas para melhorar o contexto da saúde materno-infantil. Propostas pensadas desde a estrutura (a rede; os profissionais; a comunicação e informação e a distribuição dos equipamentos de saúde), até a funcionalidade do atendimento à gestantes:
- Criar vínculos claros no processo de entrada do Pré-Natal até a Maternidade onde será feito o parto, garantindo o serviço de atenção secundária caso ocorra complicações clínicas durante o Pré-Natal;
- Cuidar dos nossos profissionais de saúde abrindo perspectivas na melhoria de salários e carreira;
- Estruturar o Sistema de Comunicação e Informação entre as unidades de saúde para que, através do Prontuário Único, possamos agilizar e assegurar o histórico dos pacientes;
- Aumentar e melhor distribuir os leitos obstétricos, bem como CTI neonatal, expandindo-os na direção da zona Oeste para garantir que os partos ocorram próximo às residências;
- Oferecer assistência odontológica a todas as grávidas;
- Criar parcerias com Universidades para o desenvolvimento e implantação de avaliação permanente do desempenho do sistema e dos serviços de saúde;
- Assegurar alimentação (através de fórmulas alimentares, cestas básicas, ou outro recurso mais eficiente) a todas as grávidas;
- Definir e implantar processo de captação precoce de grávidas evitando problemas específicos do primeiro trimestre da gestação. As grávidas adolescentes são as mais suscetíveis ao início tardio do Pré-Natal, por isso propomos parceria com a área da educação;
- Redefinir o padrão mínimo de ações e exames complementares no Pré-Natal, respeitando as diretrizes nacionais para a área;
- Definir procedimentos ao primeiro contato da grávida com a unidade de saúde (solicitação de exames, orientações básicas, oferta de ácido fólico, etc) de modo a otimizar a primeira consulta de Pré-Natal;
- Ampliar e adequar a distribuição de vagas no programa de Pré-Natal a partir de um sistema de agendamento coerente com o esforço de captação precoce;
- Qualificar os profissionais no que diz respeito à sensibilidade e acolhida de gestantes;
- Criar espaços de participação efetiva da clientela nas formulações de estratégias dos serviços;
- Garantir a oferta, quando necessário, de anestesia e outros meios alternativos para a promoção de parto sem dor.
Não dá para se dizer civilizado com a tolerância ao parto com sofrimento; não há como se dizer democrático quando só a alguns é facultado decidir parir sem dor; impossível trabalhar efetivamente pela paz tolerando-se um parto com violência.
Estas são as propostas para uma gestão municipal que quer fazer do Rio de Janeiro uma cidade aonde se nasce bem, e aonde vive-se com dignidade. Estas são as propostas do PT.
* Médico Obstetra e Professor da Faculdade de Medicina na UFRJ
** Estudante de Pedagogia
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Denúncia: Censura no Orkut!
Por Alberto Oliveira*:
Nós, da esquerda defensora da candidatura MOLON, passamos a sumir, como em 1968. Pelo menos, desta vez, de forma virtual.
Segundo Marx, "A história se repete. Primeiro vem o fato; depois a versão do fato". Sempre tive muitos amigos da geração 1968. Quando via Zuenir Ventura, o seguia para tentar beber do conhecimento dele.
Eu, um menino nascido no Leblon, vi no computador uma ferramenta para me libertar da "prisão domiciliar”. Através de uma ferramenta chamada Orkut...: um banco de pessoas, ao alcance de todos, para criarmos novas amizades.
Com o tempo comecei a criar comunidades e, em abril de 2007, chegou a hora de fazer uma para um amigo católico, que ganhou o nome de "Alessandro Molon Prefeito Rio". Queria vê-lo como candidato do PT para a prefeitura do Rio. Todos riam , pois não achavam que fosse possível. Mas a idéia foi ganhando adeptos e posso afirmar, sem dúvida, que a ferramenta foi instrumento precioso para que ele vencesse as prévias do Partido dos Trabalhadores.
A partir do dia 6 de junho, a Comunidade passou a se chamar "Alessandro Molon PT RJ" e chegou a mais de 750 membros. Então, pessoas que tinham a foto com adesivo do Molon começaram a desaparecer.
Para ver se a perseguição parava, tirei a minha foto adesivada (com o nome Alessandro Molon) e coloquei uma comum. Quando a foto adesivada retornou, a perseguição continuou. Nós, a esquerda, defensora da candidatura do MOLON, passamos a sumir, como em 1968. Pelo menos, desta vez , foi de forma virtual.
Agora caiu a companheira Dani Tristão, que ficou conhecida depois de uma criminosa tirar-lhe o dedo com uma mordida.
Até o Presidente Lula, na campanha de 2006, agradeceu aos Orkuteiros, o que nos encheu de orgulho. Agora, é hora de pedir a google: - Deixa a gente se expressar.
*Jornalista
domingo, 28 de setembro de 2008
"Lançamento dos 13 Compromissos do PT com a Educação Infantil".
Carta de Agradecimento:Querid@s companheir@s, colegas, alun@s e amig@s,
Há 30 anos, nós, mulheres-educadoras, professoras, feministas da região metropolitana do Rio de Janeiro, lutamos pelo direito das crianças de 0 até 6 anos. Em 2006, lideramos, daqui do Rio de Janeiro, um amplo e vitorioso movimento nacional que conquistou recursos públicos para a educação de todas as crianças matriculadas em creches e pré-escolas públicas e conveniadas de todo o país. Nesta eleição, a nossa bandeira ganhou as ruas e os corações da população de nossa cidade. Virou palavra de ordem até mesmo de candidat@s e partidos conservadores e populistas que, através de convênios indignos, alimentam com migalhas a sobrevivência das nossas creches.
Hoje sabemos que a luta segue e é maior. Por isto, quero agradecer o empenho na organização e a presença de tod@s que, junto comigo, realizaram o Ato Público de Lançamento dos 13 Compromissos com a Educação Infantil! Foi bonito: montamos uma creche no centro do Rio de Janeiro, uma barraca enfeitada com motivos infantis e estrelas vermelhas, um bercinho, bonecas, livros, lápis de cor e brinquedos sobre um tapete colorido. No auto-falante, Chico Buarque cantando “Pivete”, Toquinho, a sua “Aquarela”. E Milton Nascimento, nos lembrando que sempre haverá uma menina, um moleque em nossos corações.
Tânia Patrocínio, Clara Strauss, Itamar, André Barros e Claudia Lecoq, candidat@s à Câmara de Vereadores deram o seu recado. E também as lideranças de movimentos de creches da Baixada, de São Gonçalo e do Sinpro, que vieram nos apoiar, assim como militantes do Núcleo do PT do Largo do Machado e das campanhas do Reymond e do Vinicius, que colaboraram montando a barraca, pendurando as bandeiras, oferecendo a sua generosidade.
Esteve conosco também o Paulo Mileno, jovem do setorial de Cultura do PT, que nos brindou com um lindo poema-manifesto, inspirado na filosofia do mestre Paulo Freire.
Durante 3 horas estivemos na praça! Panfletando, cantando nossos jingles, conversando com a população! O microfone circulou entre muitas mãos, servindo a todas as vozes. Microfone livre, palavra aberta, expressão de um compromisso com a democracia.
Na reta final da campanha - e sempre - seguiremos sonhando com o dia em que todas as crianças serão dignamente, carinhosamente, respeitosamente cuidadas e educadas em creches e pré-escolas da nossa cidade.
Muito obrigada a tod@s!
Com um abraço,
Léa Tiriba