- Aderir ao Pacto de Gestão do Sistema Único de Saúde, assumindo a responsabilidade plena da gestão da saúde pública na cidade do Rio de Janeiro
- Implantar os Conselhos Gestores nas Unidades do Município, abrindo espaço para a participação de trabalhadores e usuários.
- Implantar a Mesa Permanente de Negociação
- Desenvolver política de desprecarização do trabalho em saúde nas Unidades do Município.
- Implementar o Plano de Cargos Carreira e Salários dos servidores.
- Implantar o Programa de Educação Permanente a todos os trabalhadores da saúde, com vistas a impactar seus processos de trabalho, no sentido de garantir a produção do cuidado, tendo como centro o acolhimento aos usuários e suas necessidades.
- Ampliar a cobertura do Programa Saúde da Família de 7% para 50% da população carioca, implantando mais 500 Equipes de Saúde da Família no Município, nos quatro anos de governo.
- Implantar Núcleos de Apoio ao Programa Saúde da Família (NASF). (Esta ação, junto com as Policlínicas, deve diminuir em médio prazo a pressão nas emergências hospitalares, reduzindo filas.)
- Organizar uma rede de Policlínicas Regionais de referência de Atenção Especializada (“média complexidade”) para a atenção básica, incluindo o PSF. (Aa idéia e ter unidades de referência para atendimento ambulatorial das especialidades médicas como cardiologia, Ginecologia e também de atendimento de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia........ O arranjo de cada equipe de cada policlínica sendo feito a partir da realidade epidemiológica de cada região.)
- Investir na recuperação da rede hospitalar,visando otimizar os recursos disponíveis, qualificar a atenção hospitalar, melhoria dos equipamentos físicos, conforto dos usuários e trabalhadores e elevar a qualidade dos serviços prestados.( Isso combinado com o investimento na rede básica, que na medida em que se torna mais resolutiva é capaz de tomar para si grande parte da demanda que hoje lota as unidades de urgência e os hospitais. Esse movimento de investimento na rede hospitalar e na rede básica é sinérgico, combinado e gradativo, sobretudo, pactuado com os trabalhadores e usuários através das suas entidades representativas e dos Conselhos de Saúde, que são a instância de controle social do SUS.
- Ampliar a Rede de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).
- Implantar Sistema de Regulação (central de vagas), com referência e contra-referência, garantindo o acesso a leitos hospitalares, consultas especializadas, exames de imagem e exames laboratoriais.Esta ação é fundamental no combate às filas nos hospitais, uma vez que possibilita a organização do fluxo (caminho) dos usuários pelo sistema. Isso é possível principalmente pela vasta rede instalada do município. Basta o prefeito, na figura do secretário de saúde, tomar para si a responsabilidade na gestão do SUS no município, atribuição essa que é constitucional.
- Ampliar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), articulado ao Sistema de Regulação (Central de Vagas).
Além desses pontos vale a pena deixar claro o compromisso de cumprir a Emenda Constitucional 29, que define o percentual de 15% da arrecadação do município para ações de saúde (ações de promoção, proteção e recuperação da saúde). Para ações e serviços de saúde mesmo, não cheque cidadão ou coisas do gênero.
Um comentário:
Oi... tudo bem? Bom, já tinha decidido votar no Molon, agora que vou votar mesmo!
Vi em seu Blog que vocês são contra cheque-cidadão e coisas do gênero. Concordo, pois acho que assistencialismo ou projetos socias não são papel do estado. Parabéns!
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